terça-feira, 28 de agosto de 2012

Recolhidos'



Por vezes ficamos triste, infelizes e presos dentro de limites definidos por nós mesmos...




Passamos uma vida presos,
qual pássaros em suas gaiolas!
Medo de amar, de olhar a vida de frente...
E naquele pequeno espaço,
cantamos nossas dores e sonhos!

Muitas vezes,
as portas de nossas gaiolas se abrem...
Mas permanecemos ali, acostumados,
encolhidos as nossas vontades e sonhos!
Não tenha dúvida amigo,
à primeira oportunidade,
deve alçar o vôo dos falcões,
calma, confiante, determinada!

Ame sem medo,
brinque um pouco com a vida !
Não tenha medo dos rochedos e sobre eles,
estenda a sua asa corajosa de falcões!
Solte-se ao vento, e deixe-a,
levá-la ao sonho!

Como a Condor,
tente enxergar as pequeninas coisas
a sua volta e saber apreciá-las,
dando um sentido novo a sua vida !
Não seja passarinho de gaiola, mas,
Falcões e Condores do céu!

A cada dia existe uma renovação constante,
e nunca um será como o outro...
Não há dores eternas, lágrimas eternas,
perdas eternas!
Há sorrisos, esperando-lhe, dias de sol,
o abraço dos amigos,
dos filhos e tantos sonhos lindos!

Um amor lhe espera, para com você,
voar, voar...
Porque a vida é um recomeçar diário de um vôo!
E gaiolas não foram feitas para pássaros...
Tão pouco para Falcões!



.

Reflitam!!

Conto Judaico'


Reflexão...

Uma tarde, muito desconsolada e triste, a verdade encontrou
a Parábola, que passeava alegremente, num traje
belo e muito colorido.
- Verdade, porque estás tão abatida?
- perguntou a Parábola.
- Porque devo ser muito feia já que os homens
me evitam tanto!
- Que disparate! - riu a Parábola - não é por isso
que os homens te evitam.Toma, veste algumas das
minhas roupas e vê o que acontece.

Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes
da Parábola e, de repente, por toda à parte onde passava
era bem vinda.
- Pois os homens não gostam de encarar a
Verdade nua; eles a preferem disfarçada."






“...Não suporto falsidade nem mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna." 
                                                                                                                

     Charles Chaplin