segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Ser, ou não eu mesma?!



Hoje em dia, suas qualidades precisaram mudar devido as situações diversas e circunstancias, que você irá passar. Necessitas rapidamente adaptar-se a outras novas realidades, a outras formas de visões. A outras opiniões mesmo que não sejam condizentes as coisas que você acredita.

O que é isso?
 O mundo totalmente narcisista, corrompido por suas normas e leis, pelas pessoas escravas de suas próprias escolhas, pelo o fato de querer ter e não poder abraçar, pelo fato de não enxergarem sua simples e pura verdade. As políticas públicas, suas leis e suas direções escolhidas para quem servir, e que tem serventia para uns e outros não, a má repartição dos salários e empregos, comparados as situações em que o trabalhador necessitado vive, a programas que manipulam pessoas e que tem maior audiência em rede nacional,  que pagam milhões somente para mentirem brigarem e outras diversas situações constrangedoras, enfim a darem mal exemplo a família brasileira, enquanto uns passam fome, sede e outras necessidades mais graves.

Digo isso por que o sagrado aqui no Brasil é o futebol, veja o salários e  o dinheiro que corre nesta temática, (sem ofensas aos torcedores, porque também torço por um time, e o maior do Brasil...srsr’), ao invés de focarem as urgências e emergências, que se encontra a realidade brusca da seca do nosso Nordeste. Enfim, estamos desviando esta óptica para o consumismo, narcisistas, e o quanto o Brasil aparentará com este evento enorme e rico. Somente para apresentar e aparentar um Brasil, que não tem necessidades que não tem miséria nem erros políticos que não existe fome nem seca, apresentar simplesmente um lado da moeda, estamos todos preocupados como vamos receber bem os “Gringos” no nosso país quando vierem para copa, estamos preocupados em preparar com urgência, os locais principais que servirão para os eventos que acontecerá, adaptando o sistema do país, a este acontecimento que não é provável, vir investimentos para o Brasil por parte de pessoas ou empresas que queiram apostar algo em pró de auxiliar o desenvolvimento do nosso país.

Continuando com a linha de raciocínio....
Ser verdadeiramente eu é minha escolha, ser eu mesma é minha meta, sem precisar de nenhuma encenação. Não sou uma atriz...
Vivo da melhor forma para não me corromper, e isso me custa muito caro, talvez até alguns calos e algumas lágrimas, mas valem à pena, muito a pena. Não busco mentiras, menos ainda, falsidades... Vivo da forma que me convém que me dê vontade, seria eu ridícula se vivesse em um mundo, para não cumprir minha tarefa, do meu jeito, vivendo minha realidade e os meus Eu’s.
Sou humana, sou mortal, não tolero ser manipulada ou/e obrigada a decidirem o que fazer ou desejo. Preciso de vôos mais altos, viver em busca de sorrisos singelos e aproveitar o que a vida me deu de presente. Não preciso de amigos falsos, não preciso de pessoas que vivem em dois mundos: 

O mundo da Aparência, onde existe uma enorme necessidade dos indivíduos se sentirem aceitos por algum grupo social. Onde estes mesmos indivíduos, necessitem constantemente fazer algo pra ser aceito na turma por algumas atitudes “fodas”, que o fazem se sentirem “maneiro” para os outros integrantes desta turma, por fazer isto ou aquilo, assim, se sobressaindo dos outros, tendo este como o objetivo maior, obter um “titulo” de mais um do mesmo. e o mundo real, onde voce enfrenta ser quem realmente é, ser você mesmo,  sem ter medo de julgamentos, entregar-se por inteiro e ser correspondido, O mundo da Liberdade.
Acredito que  é muito ruim, deve ser uma batalha constante, uma luta intrapessoal.

A partir daí eu penso, você vive para si ou para agradar e ser aceito na sociedade?!
Vives definitivamente, para os outros? , Ou para simplesmente perder a oportunidade de ser você mesmo? De ser  originalmente um ser único no mundo.
Mas não, acredito que devas querer mais ser uma cópia de outrem, viver igual aos demais. Deve ser bem mais fácil, não ser você mesmo não é? Afinal de contas, não é qualquer pessoa que se atreve a viver o seu “Eu” neste mundo, sem que surja a necessidade de aceitação, e optar viver a sua vida, do seu modo da tua maneira e com teus prazeres e desejos.


Janeth Crysselle

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Sustentação



Sou criança, sou aprendiz do viver, temo por não encontrar meu porto seguro, grito quando não estás comigo, choro e soluço desesperadamente por não te ter aqui comigo, sinto fortemente o teu cheiro no ar, mas quando percebo, você não está mais aqui do meu lado, sinto tua mão a me tocar, fecho os olhos e imagino você a me olhar e a sorrir para mim, e percebo milimetricamente tua expressão alegre, e de repente você sorrir para mim, e o teu sorriso a se conheço identifico os tipos de cada sorriso teu, cada característica da tua face eu sei de cor, mas isso me dá conforto porque sei que  te encontrarei enfim logo, logo, e isso me conforta. 
Sou criança, insegura, sou menina solta sem regras, sou menina a vagar sem você  o sol não tem o mesmo brilho, aquela saudade me dói no peito,  aquele  vazio se faz morada em meu ser,  porque tenho medo de não voltares mais, preciso de ti, preciso da tua segurança, do teu amor, da tua compreensão, da tua atenção, de você, de você para sentar aqui do meu lado e que almejo escutar novamente, toda via quando sentavas ao meu lado,  tua voz meio rouca e suave aos meus tímpanos. 
Gostaria, e queria muito ouvir novamente aquela frase que sempre me dizia  e que me dava tal sustentação para acalentar minha alma e  assim cuidar mesmo ao longe os meus dias, você me dá porte e força pra seguir em frente, e a maneira ao qual  me dizias, me deixava totalmente desarmada e com animo e objetividade para tentar ser como tu és então tu me falavas, como num som aveludado e bom para os meus ouvidos:
                               “Calma, eu estou com você.".



 Janeth Crysselle

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Devaneios



 Entre as viagens que faço cotidianamente nos meus Eu’s. Permeio fugazmente entre as minhas vontades, entre meus encontros e desencontros secretos, nos quais fluem impulsivamente e constantemente em meu ser.
Acabo vivenciando, vibrando, e alternando meus fins e confins, de uma postura exigida de mim, luto com minhas armas e com o que há de mais vazio e desconectado entre os laços e embaraços destes “fios” que ultrapassam meus forames ligando a tal sanidade, insanidade entre os opostos de um raciocínio lógico.
Entre os nervos e minhas rupturas fragilizadas está à fonte secreta de meus devaneios, por vezes tenho a necessidade de gritar, de sussurrar o meu pedido de alerta, almejo que segurem minha mão, porém o medo me acompanha, mas tenho que prosseguir este caminho, preciso desvendar o mistério deste meu fechar de olhos, preciso prosseguir, e encontrar alguém a dividir esta estrada, a seguir comigo.
Mas que sorrateiro vento, atrapalhou meus planos e minha preciosa direção, daí fico sozinha novamente, e é justamente lá que me encontro e que me perco, que me transbordo que me esparramo, e veja-me com esta audácia e atrevimento de pular mais alto do que realmente sou capaz. É, mais eu sei que lá que eu posso tudo que almejo, é justo lá que me reflete, e que eu consigo refletir, fazendo ser quem realmente sou um esboço de um ser puro e sonhador.
Eu permeio contra este tempo, entre o planejado e o não dito, entre o dito e o silenciado, nas fatalidades e nos acontecimentos ocorridos acidentalmente. E viajando entre estes vieses faço do meu respirar um alivio para a minha sanidade, destas decorrentes obras toleráveis e inimagináveis entre as sequentes lutas do meu ID, Ego e Super Ego, que me fazem ficar maluco com o impróprio,  com o impossível.
E seguindo nesta metáfora sem sentido, diferente desta sensação do fechar de olhos, realmente não me conheço, não sei quem sou, nem para que estou aqui, ainda procuro o meu lugar,  ainda procuro saber quem realmente sou.  Dentro da caixa preta, eu sei bem quem realmente sou, sou uma Lord, sou uma deusa, sou dona de mim, dona das minhas vontades e desejos, dona dos meus planos, não tenho rédea, lá faço do impossível, o possível, lá tenho meus delírios infames e infantis anseios, sou uma criança livre,  posso comer chocolate sem ter medo de me sujar, e tenho a liberdade de toda esta leis que ficam no papel, Lá eu sou liberdade.
 oh’ quanto desejo entrar nesta caixa preta arrebatadora de pensamentos impulsiveis que me faz estar neste plano, no igual a este, não existiu tal lugar.



Janeth Crysselle